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	<title>WERTHER</title>
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	<description>Profissional da Tecnologia da Informação</description>
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		<title>Computação em Nuvens: Evolução?</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 20:03:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Werther</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[Nivelando conhecimento, &#8220;Computação em Nuvens&#8221; (ou Cloud Computing) significa basicamente a utilização, armazenamento e disponibilização de serviços e informações através de computadores integrados e disponíveis pela internet. Com a globalização e o advento da internet (mais notadamente o seu serviço World Wide Web, ou simplesmente, web), a busca e o acesso à informação de forma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nivelando conhecimento, &#8220;Computação em Nuvens&#8221; (ou <em>Cloud Computing</em>)  significa basicamente a utilização, armazenamento e disponibilização de  serviços e informações através de computadores integrados e disponíveis  pela internet.<span id="more-625"></span></p>
<p>Com a globalização e o advento da internet (mais notadamente o seu serviço <em>World Wide Web</em>,  ou simplesmente, web), a busca e o acesso à informação de forma ágil e  confiável tornaram-se imperativos. Com a queda constante dos preços de  serviços e tecnologias de rede, e também dos equipamentos (PCs,  celulares, netbooks), a internet hoje se mostra bastante accessível a  todos, tornando-se o principal meio de acesso à informação.</p>
<p><img class="alignleft" title="Computação em Nuvens" src="http://werther.desenvolvatec.com/wp-content/images/cloud_computing.png" alt="" width="234" height="163" />Então é natural que todos queiram se &#8220;plugar&#8221; nesta  grande rede. Não só se &#8220;plugar&#8221;, mas ficar &#8220;plugado&#8221; o tempo todo. Para  a grande maioria das pessoas, computador só serve se tiver acesso à  internet. Aliás, não só computador. Quase todos os aparelhos de  comunicação hoje possuem acesso a internet. Então é natural que todas as  informações, sejam elas públicas ou privadas, venham a ficar  armazenadas e disponibilizadas nesta grande rede, para que fique mais  perto das pessoas, facilitando a vida delas e as deixando constantemente  informadas.</p>
<p>Isso se caracteriza como computação em nuvens e as  grandes empresas de computação acreditam muito nesta tendência. A  Google, por exemplo, já disponibiliza muitos aplicativos com estas  características, como o Gmail, Orkut, Google Calendar, Google Docs,  dentre outros, além do seu notável mecanismo de busca.</p>
<p>A computação em nuvens já possui também forte  presença no meio empresarial, facilitando a vida dos seus executivos e  seus tomadores de decisão. As grandes empresas, principalmente as  focadas em TI, já estão trilhando esse caminho há tempos. Sabem que não  há vida empresarial sem estar tudo disponível em qualquer lugar e hora.</p>
<p>Entretanto, a computação em nuvens ainda não chega  muito forte nos pequenos e micro empresários, pelo menos não de forma  empresarial, mas apenas de forma pessoal. Mas, enxergo a computação em  nuvens como uma grande alternativa para que eles, pequenos e micro  empresários com recursos limitados, possam ter disponíveis sistemas de  gestão do seu negócio, por exemplo, sem ter que investir em  infraestrutura, tecnologia ou mesmo na aquisição de sistemas.</p>
<p>Como isso poderia acontecer? Simples, eles iriam  acessar estes sistemas, que estariam (ou vão estar) hospedados em alguma  empresa hospedeira que acredite nesta tendência, através de um simples  PC conectado a internet. É a volta dos velhos &#8220;bureau&#8221;, só que de forma  mais moderna e produtiva.</p>
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		<title>Mercado Baiano de TI. Qual a direção?</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 19:59:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Werther</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[O mercado de TI aqui na Bahia já foi mais aquecido. Afinal aqui já houve dois grandes bancos (Econômico e Baneb), todo um pólo petroquímico com administração localizada, empresas grandes com decisões locais, como Odebrecht e Paes Mendonça, além de todos os centros de dados de grandes empresas locais, como a Coelba. Mas isso já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de TI aqui na Bahia já foi mais aquecido. Afinal aqui já houve dois grandes bancos (Econômico e Baneb), todo um pólo petroquímico com administração localizada, empresas grandes com decisões locais, como Odebrecht e Paes Mendonça, além de todos os centros de dados de grandes empresas locais, como a Coelba. Mas isso já foi há algum tempo. <span id="more-576"></span>Hoje tudo isso praticamente acabou. Algumas (poucas) empresas do pólo teimam em manter o centro de decisões aqui, bancos já não existem e centros de decisões de grandes empresas muito menos.</p>
<p>Como São Paulo é o centro nervoso financeiro brasileiro, e lá estão as grandes empresas do Brasil, fica difícil competir com ele neste aspecto. Ele atrai naturalmente todas as grandes empresas, inclusivem as outroras baianas. Ou então as adquirem. E se lá em São Paulo, e em todo o sudeste, estão as grandes empresas, certamente as empresas brasileiras mais competitivas de tecnologia se concentram lá, afinal todas as decisões acontecem lá e são realizadas lá mesmo, fazendo com que o dinheiro permaneça lá, juntamente com todo o investimento tecnológico, otimização de processos e qualificação de profissionais inerente a esta estrutura.</p>
<p><img class="alignleft" title="Crise no mercado de TI" src="http://werther.desenvolvatec.com/wp-content/images/crise_informatica.jpg" alt="" width="243" height="164" />Então o que sobrou para nós, baianos? Para desenvolvimento de software e serviços agregados, hoje o governo é o principal cliente de um grande número de empresas de informática baiana, aliás atualmente quase todas pequenas. E ainda tem empresas de outro estado, principalmente do sudeste brasileiro, que vem aqui brigar por esta pizza &#8220;brotinho&#8221; tão disputada a tapas e beijos pelos empresários locais.</p>
<p>Não precisa ser um gênio para ver que a tendência do mercado baiano de informática é ser &#8220;engolido&#8221; pelas empresas do sudeste e isso de médio a curto prazo. Não podemos competir com elas em nenhum ramo tecnológico, nem em formação de profissionais, pois tudo acontece por lá. Então, se tudo continuar como está, essa é a tendência.</p>
<p>Mas, se mudarmos o foco, poderemos sim postergar esta tendência e aumentar, talvez até consideravelmente, a nossa sobrevida. O foco que temos que seguir tem muito a ver com nosso ponto forte na indústria da informática: mão-de-obra barata e talentosa.</p>
<p>Sem competir com o pessoal do sudeste, até para não despertar o(s) gigante(s) adormecido(s), podemos estabelecer parcerias com empresas de lá desta região no intuito de terceirizarmos a fase mais dispendiosa em um processo de desenvolvimento de software: a codificação e testes. Se funciona para a Índia, porque não para nós? Temos mão-de-obra relativamente barata e podemos nos preparar para prestar este tipo de serviço a empresas grandes do sul/sudeste, tal qual a India faz com os Estados Unidos, reduzindo o custo delas e tornando-as mais competitivas, graças aos baixos preços que temos condições de praticar.</p>
<p>Isto se chama de <em>nearshore</em>. Com isso poderemos nos fortalecer e dar grande vazão à mão-de-obra local, além de trazer divisas para o nosso estado. Podemos até estender a nossa visão para países próximos ou distantes (neste caso seria <em>offshore</em>), mais aí exige uma maior preparação e qualificação empresarial neste sentido.</p>
<p>Outra solução seria o desenvolvimento de produtos específicos de software para atender o vasto mercado brasileiro, tais como software de pontos de venda de mercados, de lojas, softwares de soluções de CRM, de gestão de hotéis, hospitais, concessionárias, restaurantes, e até pequenos ERPs, porque não? Temos talento para criar e campo para pesquisar melhores soluções. Além de preço baixo para baratear o nosso custo de produção. Fora as vantagens de se montar a baixo custo, toda uma infraestrutura de atendimento e distribuição na região, atendendo online todo o país. Este pode ser o nosso ponto forte, bem como a salvação do mercado local de TI.</p>
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		<title>Programação no Futuro</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 17:46:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Werther</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a evolução constante da tecnologia, aplicada tanto aos recursos de hardware quanto aos de software, na área da tecnologia da informação fica uma pergunta inevitável: como será o desenvolvimento de sistemas no futuro? Mas essa pergunta não vem sozinha. Vem acompanhada com uma série de outras perguntas sincronizadas com ela. Vamos divagar aqui sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a evolução constante da tecnologia, aplicada tanto aos recursos de hardware quanto aos de software, na área da tecnologia da informação fica uma pergunta inevitável: como será o desenvolvimento de sistemas no futuro? Mas essa pergunta não vem sozinha. <span id="more-536"></span>Vem acompanhada com uma série de outras perguntas sincronizadas com ela. Vamos divagar aqui sobre algumas (poucas) destas perguntas, não necessariamente respondê-las.</p>
<p>Por exemplo, a figura do program<img class="  alignleft" title="Futuro dos computadores" src="http://werther.desenvolvatec.com/wp-content/images/o-futuro-dos-computadores.jpg" alt="Futuro dos computadores" width="229" height="92" />ador vai mudar? A médio e curto prazo, acho que não, mas a longo prazo talvez essa figura fique restrita apenas aos fabricantes de software básico. Acredito que os aplicativos comerciais e/ou corporativos devam passar a ser desenvolvidos por poderosas ferramentas de desenvolvimento focadas nos processos do negócio, sem utilização de códigos de programação como conhecemos hoje. Estas ferramentas teriam interface visual de alta usabilidade e seriam extremamente flexíveis e povoadas de recursos tecnológicos para serem adicionadas ao aplicativo. Seriam responsáveis pelo código binário desenvolvido para que ele possa rodar sobre o sistema operacional, qualquer que seja ele. Seu principal usuário seria o analista de sistema e/ou de negócios.</p>
<p>Outra pergunta que cabe aqui é se os paradigmas hoje adotados para processo de desenvolvimento de sistemas e as &#8220;melhores práticas&#8221; aceitas atualmente vão sofrer mudanças radicais. Particularmente, acredito que não, até porque processo independe (ou pelo menos deveria independer) do como é feito a sua aplicação, bem como dos recursos tecnológicos disponíveis para tal. Mas devem evoluir, passar por um processo de amadurecimento, o que pode ocasionar a quebra de alguns paradigmas e/ou a formulação de outros. Principalmente se levado em conta que os resultados obtidos oriundos da facilidade tecnológica aplicada ao processo tendem a abrir a visão do profissional de desenvolvimento para outras vertentes não levadas em conta até os dias de hoje.</p>
<p>E o testador e/ou o controle de qualidade do software em desenvolvimento, como ficam? Provavelmente estas mesmas poderosas ferramentas de desenvolvimento dariam todas as medidas necessárias para o acompanhamento do projeto, principalmente se conjugadas a uma ferramenta poderosa de gerenciamento de projetos. Além disso, as ferramentas de testes também iriam evoluir e iriam conversar diretamente com as ferramentas de desenvolvimento, o que agilizaria os testes, tornando quase instantânea a detecção de erros. Mas a figura do homem da qualidade sempre vai existir, pois é ele quem diz a última palavra sobre a liberação de uma versão para produção.</p>
<p><img class="alignright" title="Robô" src="http://werther.desenvolvatec.com/wp-content/images/androide.jpg" alt="" width="162" height="167" />E os modelos internacionais de qualidade no desenvolvimento do software, tais como CMMI e SPICE, iriam ainda existir no futuro? Acredito que sim, pois ainda vão existir humanos &#8211; pelo menos, espero que sim <img src='http://werther.desenvolvatec.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  &#8211; engajados no processo de desenvolvimento. E, se vai existir gente, um processo garante melhor os bons resultados do processo. Mas qualquer modelo que existir tem que estar atento às evoluções e mudanças de paradigmas conforme falei antes,  e nas novas vertentes, senão perdem sua credibilidade. Talvez, com a evolução tecnológica que espero, surjam certificações eficazes e cobiçadas de qualidade para ferramentas de desenvolvimento, pois acredito que todo o processo de desenvolvimento, bem como o produto gerado, será regido por software.</p>
<p>Fica a minha divagação por aqui, deixando apenas a certeza sobre as incertezas que o futuro tecnológico nos reserva.</p>
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		<title>Pontos de Função: Cuidados na sua Utilização</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 06:33:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Werther</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos sabemos que a contagem de pontos de função (PF) visa trazer um valor que nos dê a idéia de tamanho de um sistema, baseado nas transações de dados que o mesmo possui, bem como nos seus agrupamentos de dados. Mas até onde devemos utilizá-lo e que cuidados devemos ter na sua utilização? Os resultados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos sabemos que a contagem de pontos de função (PF) visa trazer um valor que nos dê a idéia de tamanho de um sistema, baseado nas transações de dados que o mesmo possui, bem como nos seus agrupamentos de dados. Mas até onde devemos utilizá-lo e que cuidados devemos ter na sua utilização?<span id="more-516"></span></p>
<p>Os resultados derivados da aplicação direta ou indireta da técnica de contagem podem nos dar muitas informações sobre um sistema além da estimativa de tamanho do mesmo, seu principal propósito. Já se utilizam PF como base para cálculo de produtividade da equipe, bem como para base de estimativa de esforço e prazo para desenvolvimento de um sistema. Pode-se também utilizar PF para desenvolver um orçamento de um projeto de desenvolvimento de sistema ou até como moeda base de preço e pagamento de um sistema, o que, aliás, já ocorre em muitas licitações públicas aqui no Brasil.</p>
<p>Ora, se a contagem de PF reflete o tamanho de um sistema, é possível você definir uma produtividade para sua equipe (por exemplo, em horas por ponto de função &#8211; H/PF), desde que você utilize métricas de acompanhamento com o seu pessoal (por exemplo, prazo ou esforço para executar uma determinada tarefa &#8211; tarefa esta que você pode medir em PF).</p>
<p><img class="alignleft" src="http://werther.desenvolvatec.com/wp-content/images/pontos_por_funcao.jpg" alt="" width="117" height="105" />A partir daí, o céu é o limite: pode calcular a sua produtividade por fase de projeto, também em H/PF; estimar a produtividade por tipo de profissional (analista, programador, testador) ou até pela experiência dele (profissional júnior, pleno ou sênior); estimar prazos também por fase de projeto ou do sistema como um todo; e com tudo isso conseguir ter o seu custo por ponto de função (R$/PF) o que já serve de uma boa base para um orçamento. Maravilha, não? Acabou-se e subjetividade nesta área. Projeto de desenvolvimento de sistemas agora é uma ciência exata. Todos já conseguem estimar prazos e custos sem maiores problemas. Será?</p>
<p>Bem, não é bem assim. A técnica de contagem de PF possui muitos critérios de caráter subjetivo, o que pode trazer diferenças em seus resultados. Ou seja, dois especialistas em PF podem medir o mesmo sistema e achar valores diferentes. Inclusive existe uma linha de pensamento que diz que essa diferença pode chegar até a 15% (!!!?). </p>
<p>Além disso, por mais que você tenha uma base histórica confiável da sua equipe com esses números, ao converter um tamanho de sistema para estimativa de esforço e/ou prazo e/ou custo deve-se levar em conta muito das características do seu projeto de desenvolvimento. Por exemplo, é java? .NET? Delphi? É cliente/servidor? Web? Mobile? Possui muitas tabelas simples de descrição, as chamadas <em>code tables</em>? As interfaces são complexas e trabalhosas de se fazer na plataforma que se escolheu? É um sistema tipicamente transacional? Muitos dos números que a sua contagem vai gerar, podem (e devem) variar em função dessas respostas.</p>
<p>Particularmente, as duas últimas perguntas refletem muitos dos problemas de senso comum encontrados entre clientes e empresas desenvolvedoras, que já presenciei ao longo da minha carreira: interfaces complexas e sistemas tipicamente transacionais.</p>
<p>Existem interfaces que são extraordinariamente complexas e a técnica de contagem de PF nivela muito por baixo este dimensionamento. Por exemplo, fazer telas em um dispositivo mobile (ou até mesmo em um sistema web tradicional) que possuam comportamento de um sistema cliente/servidor rodando dentro de uma rede local, não é nada simples e demanda um esforço bem maior do que se fizéssemos utilizando uma ferramenta/IDE típica de cliente/servidor.</p>
<p>E se o sistema não for tipicamente transacional? Se a contagem de PF é baseada em transações (entradas e alterações de dados; consulta e saídas de dados), imagine dimensionar ou estimar esforço e prazo de desenvolvimento de, por exemplo, um sistema especialista ou de redes neurais ou sistemas que utilizem <em>data mining</em>, pela técnica de contagem de PF? Bem, não é por aí. Eles não são tipicamente transacionais e essa contagem de PF muito dificilmente irá refletir a realidade do esforço no seu desenvolvimento.</p>
<p>Bem vindo, técnicas de PF! Há muito tempo que vieram para ficar, sem dúvida. Mas devemos utilizá-las  sabiamente, estando atento às suas limitações, seus objetivos e seus fundamentos básicos.</p>
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		<title>Especialista x Generalista</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 10:03:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Werther</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[Profissional de TI: especialista ou generalista? Eis a questão! Qual deve ser o maior foco na sua carreira? Qual destes profissionais atrai mais as empresas? Qual deles tem condições de perceber maiores rendimentos? Qual o mais preparado para o futuro e/ou a evolução constante da tecnologia? Bem, existem muitas opiniões e reportagens em sites ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Profissional de TI: especialista ou generalista? Eis a questão! Qual deve ser o maior foco na sua carreira? Qual destes profissionais atrai mais as empresas? Qual deles tem condições de perceber maiores rendimentos? Qual o mais preparado para o futuro e/ou a evolução constante da tecnologia? <span id="more-478"></span>Bem, existem muitas opiniões e reportagens em sites ou revistas especializadas sobre o assunto. Vou dar aqui minha contribuição.</p>
<p>Normalmente chamamos de generalista o profissional que entende de muita coisa de TI, mas sem muita profundidade em quase nenhuma área. Normalmente seu foco maior é o negócio. A maioria dos bons profissionais generalistas possui uma boa visão do negócio aliada fortemente com as necessidades tecnológicas da empresa. Adivinhe? Este é o profissional típico para seguir a carreira de CIO ou diretor de informática como é mais conhecido. O perfil dele tende a ser mais gerencial e fatalmente ele acaba exercendo funções gerenciais, porém sempre voltadas para a área de TI. Um profissional assim sempre procura siglas como MBA, PMP, ITIL para melhorar sua capacitação.</p>
<p>Um profissional especialista é aquele que conhece especificamente uma área (ou um conjunto de áreas) de TI e atua fortemente nela(s). Seu foco maior é tecnologia e adora se deparar com grandes desafios tecnológicos. Aliás, esta é a &#8216;cachaça&#8217; dele. Normalmente não alcança grandes posições em empresas, mas é sempre o profissional mais procurado em caso de graves problemas tecnológicos. O estudo e a pesquisa devem fazer parte do seu dia-a-dia. Apesar disso, ele tem que estar sempre antenado para não ficar desatualizado e estar disposto a evoluir tecnologicamente para não correr o risco de ficar obsoleto. Por causa disso, acredito que, destes dois, seja o tipo de profissional que possui mais dificuldade em se manter em alta neste nosso mercado que vive constantemente em transição. Sua tendência é ser consultor e tem um perfil técnico muito forte e, muitas vezes, nada político.</p>
<p>O mercado clama pelos dois, tanto o generalista quanto o especialista. Eles se complementam nas necessidades tecno<img class="alignleft" src="http://werther.desenvolvatec.com/wp-content/images/picforjob_ck_10232006.jpg" alt="" width="120" height="72" />lógicas de qualquer organização. Não existe um sem o outro e acho que existe uma tendência natural a se manter um equilíbrio entre a quantidade destes profissionais em um mercado bem balanceado.</p>
<p>Para quem pensa em escolher ser um ou outro, uma má notícia: com raras exceções, não é você quem decide isso. É o seu perfil e aptidões naturais que vão definir isso. Descubra  quem você é, foque nos seus pontos fortes, mergulhe fundo e boa sorte!</p>
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