Nivelando conhecimento, “Computação em Nuvens” (ou Cloud Computing) significa basicamente a utilização, armazenamento e disponibilização de serviços e informações através de computadores integrados e disponíveis pela internet.
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Nivelando conhecimento, “Computação em Nuvens” (ou Cloud Computing) significa basicamente a utilização, armazenamento e disponibilização de serviços e informações através de computadores integrados e disponíveis pela internet. O mercado de TI aqui na Bahia já foi mais aquecido. Afinal aqui já houve dois grandes bancos (Econômico e Baneb), todo um pólo petroquímico com administração localizada, empresas grandes com decisões locais, como Odebrecht e Paes Mendonça, além de todos os centros de dados de grandes empresas locais, como a Coelba. Mas isso já foi há algum tempo. Com a evolução constante da tecnologia, aplicada tanto aos recursos de hardware quanto aos de software, na área da tecnologia da informação fica uma pergunta inevitável: como será o desenvolvimento de sistemas no futuro? Mas essa pergunta não vem sozinha. Todos sabemos que a contagem de pontos de função (PF) visa trazer um valor que nos dê a idéia de tamanho de um sistema, baseado nas transações de dados que o mesmo possui, bem como nos seus agrupamentos de dados. Mas até onde devemos utilizá-lo e que cuidados devemos ter na sua utilização? Profissional de TI: especialista ou generalista? Eis a questão! Qual deve ser o maior foco na sua carreira? Qual destes profissionais atrai mais as empresas? Qual deles tem condições de perceber maiores rendimentos? Qual o mais preparado para o futuro e/ou a evolução constante da tecnologia? Sempre me perguntam quais os conselhos que eu daria a um iniciante da área de TI, seja ele um estudante, estagiário ou um profissional em formação. Dessa forma proposta – veja a partes I e II deste artigo – acredito que o aprendizado do aluno em lógica de programação logrará mais êxito. Ele aprenderá a pensar através das bases da lógica computacional, desenvolverá o seu raciocino lógico visando construção de algoritmos e, depois daí, a ida para qualquer linguagem de programação, até mesmo o portugol, facilita bastante. Respeito – e não duvido dos méritos – de qualquer metodologia descrita anteriormente, mas acredito que não se deva iniciar o aluno diretamente um uma linguagem, seja ela qual for. Em minha opinião ele deve aprender primeiro a pensar como os computadores , ou seja de forma lógica e com os mesmos critérios utilizados pela máquina, independente de qualquer linguagem. Qual é a melhor maneira de se aprender a programar? Através de algoritmos em português-estruturado (o famoso portugol)? Através de representações simbólicas, como o fluxograma? Indo direto treinando e programando em C? Ou através de uma linguagem muito bem estruturada, como o Pascal? Essa pergunta não possui resposta fácil, nem para alunos ou professores. Desses métodos citados, já se usou (e ainda se usa) pouco ou muito de cada. De uma forma bem sucinta, o CMMI (Capability Maturity Model Integration – Modelo Integrado de Capacitação e Maturidade) é um modelo bastante aceito e de alta credibilidade no que se refere a medir a maturidade do processo de uma organização. Quanto mais madura o seu processo, maior a qualidade do produto final oriundo do processo. Pelo menos é o que pensa o SEI (Software Engineering Institute), |
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